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Criado em 25 Junho, 2017

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Método de retardo e reversão dos sinais de expressão têm ganhado adeptas ao redor do mundo. Conheça mais sobre o VC System!

            Reverter funciona quase que como um verbo auxiliar de outro: amadurecer. Quando entramos na idade madura, reverter os sinais de expressão que chegam com a idade, tal como as temíveis rugas e olheiras, se torna uma das preocupações mais recorrentes da mulherada, até porque amadurecer é muito bom, mas isso não significa que queremos aparentar ter mais idade do que temos, não é? E creiam, isso acontecerá se não tomarmos certos cuidados. Um desses cuidados, inclusive, novidade no mercado de estética e tratamentos anti-aging, é a vacina VC System, que tem despertado a curiosidade e o interesse de muitas mulheres depois dos 40. Vamos conhecer mais sobre esse novo milagre?

            Apesar de ser tratada como uma vacina, a VC System não é um procedimento invasivo e sequer utiliza agulhas para a sua manutenção. Seu uso é tópico, com substâncias que têm o potencial de reconstruir e reestruturar as células cutâneas, como os biopeptídeos. O resultado é o aumento da produção de colágeno e elastina, fazendo com que a pele se assemelhe aos bons tempos que não voltam mais.


            Quem opta por fazer uso do VC System tem de adquirir um kit de produtos oficiais dessa nova “vacina”, que deve ser utilizado por cerca de um mês, tempo em que dura, em média, o tratamento completo. O kit contém 04 produtos, o VC Powder (substância em pó que aumenta e traz de volta as ondulações características da pele jovem), o VC Active (elemento que ativa as células-tronco adultas da epiderme e protege as existentes), o VC Esimucell (sérum que aumenta a capacidade de defesa das células) e o VC Tópica (creme que inibe as enzimas que degradam as redes de colágeno e repõe o manto hidrolipídico da pele). 

As primeiras aplicações são feitas por um profissional de estética, em clínicas habilitadas para oferecer o tratamento com o VC System. Em seguida, a paciente é orientada a continuar o tratamento em casa, fazendo pequenas aplicações periódicas do produto, de acordo com as recomendações do especialista. Profissionais do ramo frisam que a higienização da pele durante as aplicações e respeito ao tempo mínimo de absorção para cada camada aplicada, de 15 minutos, são itens determinantes para o sucesso do tratamento.

 

A chegada da VC System ao mercado tem dividido opiniões entre especialistas em saúde da pele e estética, pois a nomenclatura vacina atribuída ao produto sugere a ideia de proteção ou até mesmo imunização ao aparecimento de rugas, o que é um entendimento errado do produto. Cedo ou tarde, elas aparecerão e isso não é motivo de vergonha para nenhuma mulher depois dos 40. O produto também reacende os debates sobre o que seria a prevenção às rugas e sinais de expressão, haja vista a ação remediadora do produto. O blog Mulher Depois dos 40 ainda não teve acesso ao produto e, portanto, não estamos emitindo nenhum review a respeito, mas nosso entendimento é que prevenir as rugas significa, desde cedo, utilizar religiosamente o protetor solar, manter uma rotina de sono adequada, fazer limpezas de pele periódicas e também procedimentos como hidratação facial, gommage, entre outros, bem como fazer uso de procedimentos para estimular a produção natural de colágeno, como o V-LIFTING, cujo procedimento foi filmado por nosso blog e você pode conferir clicando aqui. Então, mais importante que remediar a situação das rugas e sinais de expressão, é cuidar para que o seu aparecimento seja retardado, e isso se faz com pequenos atos que podem ser incorporados à sua rotina, que lhe tomarão alguns poucos minutos, mas, esteticamente, vai te fazer ganhar alguns aninhos.

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Criado em 16 Junho, 2017

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Pintar ou tonalizar as madeixas para esconder os fios brancos é prática comum da mulher madura, e tudo indica que o loiro é o queridinho da vez

                Quem nunca foi se olhar no espelho e quase caiu pra trás ao se deparar com os fios brancos que parecem que brotam nas nossas cabeças enquanto dormimos – e parece que se espalham que nem incêndio numa floresta, né? Bom para algumas mulheres depois dos 40, não é incômodo ou constrangimento exibir os brancos, tanto é que há vários salões de beleza que têm se especializado em cortes e tratamentos para que você tenha seus cabelos brancos e nem de longe isso te envelheça esteticamente, mas a grande maioria de nós faz uso dos bons e velhos truques para dar uma disfarçada nos brancos e até mesmo experimentar novos cortes, tonalidades e possibilidades.

                Qual seria a melhor técnica para dar a disfarçada nos cabelos brancos e não destoar muito da idade e do tipo de corte que você costuma ter? Estatísticas apontam que 08 entre 10 mulheres na idade madura optam por clarear os fios e aproximá-los do loiro. Eu mesma sou adepta dos fios loiros e, apesar de naturalmente morena, o resultado do trabalho feito por meu hairstylist faz com que a tonalidade do cabelo fique em harmonia com a minha pele e o corte privilegie meu rosto e meus traços – e olha que eu gosto de ter cabelão, viu? Isso é muito importante na hora de escolher o tom de loiro a ser usado e a própria técnica a ser aplicada.

                As luzes servem como uma camuflagem aos brancos, contrastando de forma equilibrada com os fios brancos e naturais. Muitas mulheres que optam pela técnica acabam fazendo cortes curtos, o que minimiza o excesso de informação e propicia um look mais clean e arrojado.

                Há também aquelas mais ousadas, que fazem uso do look platinado nos fios, que serve como uma forma de assumir os brancos sem desviar o foco das novas tendências em hairstyle e estilo para a mulher madura. Fica show.

 

                O que mais imporá nisso tudo é a forma como você mais vai se sentir bem, seja assumindo os brancos e fazendo um corte bem legal, para privilegiá-los, ou clareando os fios e se rendendo ao loiro. Tentar manter o tom natural do fio, no caso dele ser escuro, acaba dando um trabalhão, pois não demora para os brancos reverberarem em meio à tinta, seja nascendo naturalmente ou quando os fios tonalizados vão perdendo a cor, retornando ao branco. Use a cabeça e faça a sua cabeça como você quiser, sempre se mostrando autêntica e empoderada da cabeça aos pés! 

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Criado em 12 Junho, 2017

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A superfície das águas calmas do Porto da Barra me acolhe com amor quase todos os dias. No último final de semana, fui convidada para uma experiência em seu fantástico interior

                Quem acorda cedinho para uma caminhada em um dos mais bucólicos bairros da orla atlântica de Salvador, a Barra, ao passar pela região da praia do Porto da Barra, é comum ver essa jovem senhora dando as suas remadas matinais, isso porque o Porto da Barra é o meu lugar preferido para treino, e como meu dia começa muito cedo e já cheio de atividades, às 06 da manhã eu já coloco a minha prancha na água, aproveitando o horário em que a praia preferida dos turistas que visitam Salvador ainda está tranquila. Minha perspectiva do Porto da Barra era, até então, superficial, embora toda vez que pise em suas areias e minha pele é envolvida por suas águas, eu sinta uma conexão muito forte com a natureza, afinal, para toda filha de Yemanjá, a água é o nosso canal direto com a Criação. Mas eis que uma galera muito bacana de uma iniciativa chamada Submerso Sup Dive, ao notar a presença constante dessa quase-moradora das águas do Porto da Barra, me convidou para estreitar minhas relações com esse ambiente, através de um mergulho, que seria feito após um dos meus treinos. É lógico que eu topei na hora!

                Quem acompanha minhas postagens nos Instagram do Mulher Depois dos 40, pode notar que, pelas fotos que tiro no Porto da Barra, ela é uma praia aparentemente simples, o que não nos faz pensar que, também, que o seu interior não seja algo tão extraordinário como aqueles que vemos em programas de mergulho no Caribe, por exemplo. E a surpresa mora exatamente aí: para mina surpresa, o fundo do Porto da Barra me encantou mais do que qualquer outro mar que visitei em qualquer uma das minhas viagens por cidades litorâneas no mundo!

                Abaixo de sua superfície calma e serena, há um ecossistema vibrante, vivo, cheio de energia. Os corais são um espetáculo à parte, dando um banho de cores em meio a um oceano azul. A metáfora perfeita para explicar como somos também vibrantes e cheias de possibilidades por dentro, e por fora aparentamos a quietude da maturidade. Foi uma experiência belíssima, que me fez identificar ainda mais com águas que, para mim, já eram tão familiares.

 

                Eu não podia terminar esse relato apontando que, assim como quem, de manhã cedo, passa pelo porto da Barra e vê uma mulher depois dos 40 treinando sobre uma prancha, quem passa por lá ao entardecer encontra uma praia cheia de sujeira, lixo e maltratada pela falta de sensibilidade de parte dos seus usuários. Volta e meia, a praia do Porto da Barra, cujas águas têm um potencial de se regenerar da poluição, é apontada como imprópria para banho por conta da sujeira que deixam lá. Fica aqui o apelo para preservar o ecossistema rico e vivo que sob aquelas águas e pelo respeito à história daquele lugar: vamos todos cuidar desse bem maravilhoso. Moradores e visitantes devem estar atentos a hábitos que possam prejudicar o Porto da Barra. Poluição não combina com maturidade e nem com bem-estar. E sobre o mergulho, quem quiser experimentar, eu super indico. A galera do Submerso Sup Dive é muito competente, cria um clima alto astral e de confiança para você se sentir segura e encarnar uma verdadeira desbravadora. Experimente e depois me conta tudo como foi!

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Criado em 07 Junho, 2017

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Representação da força feminina e da igualdade de gênero era tudo o que precisávamos para inspirar a nova geração. E Mulher-Maravilha cumpre esse papel

                Se a Diana Prince, a Mulher-Maravilha, realmente existisse no mundo real, ela já teria passado pela idade madura e hoje ela seria uma senhora de 75 anos. Isso porque a personagem é uma das mais antigas dos quadrinhos da DC Comics, mas, diferente de seus “colegas” homens da Liga da Justiça, como Superman e Batman ou até personagens da editora rival, a Marvel, como o Capitão América, Homem de Ferro, Homem Formiga e etc., ela nunca teve uma adaptação para o cinema – por questões que nos parecem um pouco óbvias, não é, meninas? Mas eis que em 2017, quando a Warner Bros. e a DC Comics expandem o seu universo cinematográfico compartilhado, que chega o tão esperado filme da guerreira amazona. Mas e aí, será que o filme é bom e traz a representação que tanto esperávamos?

                O Mulher Depois dos 40 foi conferir a pré-estreia do filme, em Salvador, no dia 30/05 e, para a nossa felicidade, Mulher-Maravilha é tudo o que muitas mulheres da minha geração sonhavam, desde garotinhas, ver em tela: a representação de uma mulher forte, feminina, feminista, com ideais de igualdade e força pra caramba num shape pra lá de saudável e invejável. Tudo isso sem ser panfletário ou impor diretamente qualquer uma de nossas demandas na vida real, muito embora não as ignore. Este trabalho sutil, porém certeiro, da construção de uma personagem forte e em constante confronto e descoberta de si mesma no mundo dos homens se dá graças à direção da cineasta Patty Jenkins, que optou por um viés bem old school para contar a história de origem da maior heroína de todas.

                A história se passa em plena I Guerra Mundial, quando, após se acidentar na secreta e mágica ilha de Temiscira, o espião Steve Trevor (Chris Pine) tem contato com a cultura das amazonas e lá, conhece Diana (Gal Gadot), que, numa vigem com ele para o front de batalha nas trincheiras da grande guerra, vai se descobrir como a Mulher-Maravilha. O tom do filme é bem assertivo, com diversas tiradas irônicas que remetem às lutas das mulheres por igualdade e também à visão feminina do machismo. Tudo é feito com bastante sutileza e parte do ponto de vista de uma personagem que acabara de sair de um lugar onde a população é composta 100% por mulheres.

                As sequências de ação estão fantásticas e Jenkins abusa da câmera lenta para explorar a boa forma de Gadot e dar profundidade às lutas, com uma utilização moderada da tecnologia 3D. Apesar de ter vilões mal construídos, o caminho para o clímax é feito com um ritmo competente, com direito a uma inovação assertiva na batalha final entre a Mulher-Maravilha e Ares, o Deus da Guerra, mostrando a complexidade da alma feminina em construção e conflito, em um mundo devastado por desigualdades, inclusive as de gênero.

 

                Então, meninas, a dica de hoje é juntar a sua galera, levar suas filhas e amigas para o Cinema, pra conferir de perto este momento tão especial para mulheres que lutam diariamente por espaço no esporte, nas artes maciais e também por mais representatividade. Ano passado, a ONU determinou que a personagem Mulher-Maravilha era o ícone universal do empoderamento feminino, e após 75 anos de sua criação, o esperado filme chegou, para a nossa e para as mais recentes gerações. Vamos nos inspirar ficar, cada vez mais, maravilhosas.